domingo, 11 de março de 2012

Ação Feminista dia 18 de março no Aterro

Ação Feminista no Aterro do Flamengo, no domingo, dia 18 de março, a partir das 10 horas.
Uma atividade da MMM/RJ rumo à Cúpula dos Povos na Rio+20 por justiça social e ambiental.


sábado, 10 de março de 2012

Marcha Mundial das Mulheres- RJ na luta por um projeto justo de desenvolvimento

Se um outro mundo é possivel, chegou a horas das mulheres dizerem qual será ele!

O Brasil hoje vive um momento de inegáveis transformações sociais. Desde 2003 os índices de desemprego são cada vez menores assim como a desigualdade social e a miséria absoluta. Programas de transferência de renda em conjunto com a política de valorização do salário minimo vêm garantindo um acesso mais amplo aos bens de consumo, ao crédito, aos serviços privados. O país cresce economicamente porque, entre outras coisas, o mercado interno se democratiza e o mercado de trabalho aquecido gera maior riqueza produzida pelos trabalhadores e trabalhadoras. Apesar disso não sabemos qual o projeto de sociedade que está por trás dessas mudanças.  A pergunta que fazemos é: será que as transformações recentes e os bons índices econômicos podem nos garantir um outro modelo de sociedade?

Esse ano o Brasil e o Rio de Janeiro em especial vivem um momento de importantes debates e decisões sobre os rumos de nossa sociedade. A Rio+20 que acontecerá em junho é um dos maiores fóruns governamentais do planeta e o que está em jogo é a discussão sobre um novo modelo de relação com o meio ambiente. No entanto, nós dos movimentos sociais, sabemos que os governos assim como a ONU não estão dispostos a propor transformações radicais de ruptura com o modelo capitalista de sociedade. A tarefa de elaborar um outro modelo de desenvolvimento está inteiramente colocada para a sociedade civil que se organiza na Cúpula dos Povos, fórum paralelo à Rio+20, protagonizado pelos movimentos sociais do mundo todo. Não estamos interessadas em metas para viabilizar um “capitalismo verde”, nem mesmo acreditamos em um modelo de sustentabilidade que não cause fissuras ao paradigma capitalista de desenvolvimento. Queremos um outro mundo, sem exploração de qualquer tipo, justo e igualitário.

Nós da Marcha Mundial das Mulheres estamos participando ativamente da construção da Cúpula dos Povos porque acreditamos que o modelo de desenvolvimento em curso no Brasil e no mundo não nos contempla. A pobreza e os desastres ambientais afetam imensamente as mulheres do mundo todo assim como a concentração de terras e a privatização crescente dos bens comuns. As experiências mais vitoriosas de costrução de um outro modelo econômico, como a agroecologia e a economia solidária só são possíveis por conta do protagonismo feminino nessas redes e por isso pensamos que as mulheres tem muito a contribuir para uma sociedade mais justa e solidária.
No Brasil achamos que o modelo de desenvolvimento amplamente baseado no acesso ao mercado de consumo não nos serve. Defendemos a desmercantilização dos serviços básicos e para isso exgimos um fortalecimento da saúde, dos transportes, da educação e dos serviços públicos no geral. Um país justo é um país sem miséria mas com amplo acesso às coisas públicas.

Pedimos o veto da Presidenta Dilma às mudanças nefastas do novo código florestal assim como seu comprometimento com a politica de reforma agrária que se encontra paralisada. O modelo de desenvolvimento do campo baseado no agronegócio é inimigo das mulheres e dos mais pobres porque gera desigualdade, elimina as populações camponesas e contribui para a disseminação de agrotóxicos em nossos aliementos. A agricultura familiar, com o protagonismo das mulheres camponesas, deve ser nossa politica para o campo. Não podemos mais aceitar o exterminio de populações indigenas, seringueiras e ribeirinhas pelos latifundiários!

Um novo modelo de desenvolvimento é possível e ele não será construído pela centralidade da inclusão pelo mercado, mas justamente pela desmercantilização da vida das populações mais pobres através da ampliação do acesso ao público e aos bens comuns. Por uma reforma agrária e pela dignidade da vida no campo que só virá através da aposta na agricultura familiar e não no agronegócio.

Não vamos aceitar um projeto de desenvolvimento urbano que expulse os pobres dos centros das cidades através da crescente especulação imobiliária. Queremos que o acesso à cidade seja uma garantia cidadã assim como a questão do transporte público precisa ser tratada como um direito à cidade e à mobilidade urbana. Os mega eventos como a copa e a olimpíada não podem produzir um processo de exclusão e desapropriação comandado pelo grande capital. As mulheres exigem uma cidade democrática, um transporte público digno e acesso à cultura.

Queremos um modelo de cidade justa e democrática que só será viabilizado pela ampliação dos serviços públicos de qualidade: transporte, alimentação, creches, lavanderias. Só assim haverá uma justa divisão dos trabalhos sociais. O debate sobre um novo modelo de desenvolvimento nos impõe uma tarefa militante: convencer a sociedade de que economia e politica andam juntas e que metas econômicas, assim como a viabilidade do crescimento econômico, não podem ser dimensões apartadas da disputa politica por um novo modelo de sociedade. A marcha mundial das mulheres acredita que o feminismo se faz, entre outras coisas, pela disputa de valores na sociedade, especialmente aqueles ligados à igualdade, justiça e socialização dos bens públicos.

Um outro mundo é possível e chegou a hora de dizer que mundo é esse!

Não há revolução sem feminismo. Não há projeto de desenvolvimento viável sem a luta das mulheres!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Declaração Internacional da MMM para o 8 de março

Neste 8 de março, nós, as mulheres da Marcha Mundial das Mulheres, seguimos marchando, resistindo, e construindo um mundo para nós, os outros, os povos, os seres vivos e a natureza. Nossas ações continuam enfrentando embates com o paradigma mortal do capitalismo, com suas falsas soluções para as crises e com a ideologia fundamentalista conservadora.

Vivemos uma crise do sistema capitalista, racista e patriarcal que, para se sustentar, impõe brutais “medidas de austeridade” que obrigam a nós, os povos, a pagar por uma crise que não provocamos: são cortes nos orçamentos de todos os serviços sociais, diminuição de salários e de pensões, estímulo à guerras e avanço da mercantilização de todas as esferas da vida. Nós, as mulheres, pagamos o preço mais alto: somos as primeiras a ser demitidas e, além das tarefas domésticas mais habituais, somos obrigadas a assumir as funções antes cobertas pelos serviços sociais. Tais medidas carregam o peso da ideologia patriarcal, capitalista e racista e são expressão de políticas de incentivo para que voltemos ao mundo privado, ao mesmo tempo que estimulam o avanço da prostituição e da venda das mulheres, o aumento da violência contra nós, o tráfico e as migrações.

Denunciamos a contínua imposição de acordos de livre comércio, que tentam transformar os bens comuns como saúde, educação e água em mercadorias, e aprofundam um mercado de exploração da mão de obra barata nos países do Sul. Recusamos a cultura do consumo que empobrece mais as comunidades, gerando dependência e exterminando as produções locais.

Nos solidarizamos com as mulheres em luta na Europa, especialmente na Grécia mas também em Portugal, Galicia, Estado Espanhol, Itália e Macedonia, que se estão organizando para resistir à ofensiva neoliberal e retrógrada promovida pelas instituições financeiras e políticas, e seus próprios governos, a serviço dos interesses das corporações transnacionais. Nos solidarizamos também com todas as mulheres do Sul que enfrentam a fome, a pobreza, a superexploração do trabalho e a violência, mas que seguem construindo sua resistência.

Denunciamos o avanço da militarização em todo mundo como estratégia de controle dos nossos corpos, vidas, movimentos e territórios. A militarização garante o neocolonialismo, o novo saque e apropriação do capital sobre os recursos naturais e a manutenção do enriquecimento da indústria armamentista frente à crise. Constatamos com temor a ameaça de retorno do militarismo e do autoritarismo como valores na sociedade em diferentes países ao redor do mundo, como: no Oriente Médio, na Tunisia, Líbia e Egito, onde as mulheres e os povos continuam em luta contra todo tipo de ditadura fundamentalista e por uma verdadeira democracia; na Palestina onde as mulheres lutam contra o colonialismo e o sionismo; em diversos países Africanos – como em Senegal onde o governo se utiliza da força do exército por interesses eleitorais, ou no Mali onde grupos armados aterrorizam a população civil em sua luta pelo controle da região norte; em Honduras, México, Guatemala e Colômbia onde há processos de re-militarização; e em diversos países em Ásia-Oceania onde a presença das tropas militares dos Estados Unidos está sendo reforçada.

Nos solidarizamos com as mulheres e os povos em resistência e luta em todos os territórios que estão em guerra, sob controle militar e em risco de serem controlados, ou aqueles que vivem os impactos nefastos da presença militar estrangeira. Apesar disso, nós, mulheres, continuamos defendendo nosso território, corpo e terra da exploração dos exércitos regulares e irregulares, estatais e privados.

Denunciamos a estratégia coordenada dos meios de comunicação globalizados que buscam revigorar dogmas e valores conservadores, e que põem em risco as conquistas e avanços das mulheres em todo o mundo.

Os espaços de participação são fechados, o protesto é criminalizado, e o direito a decidir sobre nossos corpos é cerceado. Nossa autodeterminação reprodutiva está ameaçada onde a conquistamos, como, por exemplo, em diversos países da Europa (como Portugal e Espanha) e da América do Norte, nos quais o aborto é legalizado, mas este direito é atacado na prática por cortes dos orçamentos públicos que têm como alvo os hospitais e os serviços de interrupção da gravidez. Em muitos outros países, como na América Latina e vários países da Ásia-Oceania, as mulheres que abortam seguem sendo criminalizadas, como no Brasil, Japão e Vanuatu. No México, o aborto é legalizado no Distrito Federal e criminalizado no resto do país. Em Honduras, a pilula do dia seguinte foi proibida. Na Nicarágua, o aborto mesmo em situações de risco de vida para a mãe ou em casos de estupro se torna um crime através de uma Reforma Constitucional. A Rússia segue este exemplo com a primeirda dama à frente de campanhas para proibir o aborto em qualquer situação. Grupos auto-intitulados “pró-vida” defendem na realidade a morte das mulheres, insultam a nós e às profissionais de saúde na América do Norte, pressionam o parlamento para rever a lei na África do Sul e impedem qualquer discussão no Paquistão.

Nos solidarizamos com todas as mulheres que seguem lutando e enfrentando conflitos com a polícia, o Estado e o poder judiciário injusto, bem como com aquelas que enfrentam a violência que sofrem.

Frente a estas situações, estamos nas ruas, temos alternativas que já estamos construindo e vivenciando. Reiteramos que seguiremos nos fortalecendo, a partir de nossos corpos e territórios em resistência, aprofundando nossos sonhos de transformações estruturais em nossas vidas e marchando até que todas sejamos livres!

Fazemos um chamado à articulação de nossos movimentos e às alianças com os outros movimentos sociais, pois só assim construiremos um mundo em liberdade.


Em todo o mundo, 8 de março de 2012

Ato público no dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher no Rio de Janeiro


“MULHERES NA RUA CONTRA A VIOLÊNCIA: POR TRABALHO DIGNO, DIREITOS E LEGALIZAÇÃO DO ABORTO”


No dia 8 de março de 2012, o movimento feminista do Rio de Janeiro estará nas ruas para celebrar o Dia Internacional das Mulheres e para levantar nossas bandeiras de lutas.

A partir do meio-dia, as entidades do movimento de  mulheres estarão no Largo da Carioca com uma grande tenda, som, suas faixas e folhetos e a partir das 17:30h, será realizada uma caminhada até a Cinelândia, onde o ato se encerrará com uma ciranda.



domingo, 5 de fevereiro de 2012

Declaração da Assembléia dos Movimentos Sociais - Porto Alegre (RS), Brasil


Nós, povos de todos os continentes, reunidos na Assembléia de Movimentos Sociais realizada durante o Fórum Social Temático Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental, lutamos contra as causas de uma crise sistêmica, que se expressa em uma crise econômica, financeira, política, alimentar e ambiental, colocando em risco a própria sobrevivência da humanidade. A descolonização dos povos oprimidos e o enfrentamento ao imperialismo é o principal desafio dos movimentos sociais de todo o mundo.

Neste espaço, nos reunimos desde nossa diversidade para construir juntos agendas e ações comuns contra o capitalismo, o patriarcado, o racismo e todo tipo de discriminação e exploração. Por isso reafirmamos nossos eixos comuns de luta, adotados em nossa assembléia em Dakar, em 2011:

Luta contra as transnacionais
Luta pela justiça climática e pela soberania alimentar
Luta para banir a violência contra a mulher
Luta pela paz e contra a guerra, o colonialismo, as ocupações e a militarização de nossos territórios

Os povos de todo o mundo sofrem hoje os efeitos do agravamento de uma profunda crise do capitalismo, na qual seus agentes (bancos, transnacionais, conglomerados midiáticos, instituições internacionais e governos servis) buscam potencializar seus lucros às custas de uma política intervencionista e neocolonialista. Guerras, ocupações militares, tratados neoliberais de livre comércio e “medidas de austeridade” expressas em pacotes econômicos que privatizam estatais, arrocham salários, reduzem direitos, multiplicam o desemprego e assaltam os recursos naturais. Tais políticas atingem com intensidade os países mais ricos do Norte, aumentam as migrações, os deslocamentos forçados, os despejos, o endividamento e as desigualdades sociais.

A lógica excludente deste modelo serve tão somente para enriquecer uma pequena elite, tanto nos países do Norte como nos do Sul, em detrimento da grande maioria da população. A defesa da soberania e da autodeterminação dos povos e da justiça social, econômica, ambiental e de gênero são a chave para o enfrentamento e a superação da crise, fortalecendo o protagonismo de um Estado livre das corporações e a serviço dos povos.

O aquecimento global é resultado do sistema capitalista de produção, distribuição e consumo. As transnacionais, as instituições financeiras, os governos e organismos internacionais a seu serviço não querem reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. Agora, tentam nos impor a “economia verde” como solução para a crise ambiental e alimentar o que, além de agravar o problema, resulta na mercantilização, privatização e financeirização da vida. Rejeitamos todas as falsas "soluções" para essas crises, como agrocombustíveis, transgênicos, geoengenharia e mercados de carbono, que são apenas novos disfarces do sistema.

A realização da Rio+20, no mês de junho no Rio de Janeiro, passados 20 anos da ECO 92, reforça a centralidade da luta por justiça ambiental em oposição ao modelo de desenvolvimento capitalista. A tentativa de esverdeamento do capitalismo, acompanhada pela imposição de novos instrumentos da “economia verde”, é um alerta para que os movimentos sociais reforcemos a resistência e assumamos o protagonismo na construção de verdadeiras alternativas à crise.

Denunciamos a violência contra a mulher, exercida regularmente como ferramenta de controle de suas vidas e de seus corpos, e o aumento da superexploração de seu trabalho, utilizado para amortecer os impactos da crise e manter a margem de lucros constantes das empresas. Lutamos contra o tráfico de mulheres e de crianças e o preconceito racial. Defendemos a diversidade sexual, o direito à autodeterminação de gênero e lutamos contra a homofobia e a violência sexista.

As potências imperialistas utilizam bases militares estrangeiras para fomentar conflitos, controlar e saquear os recursos naturais, e promover ditaduras em vários países. Denunciamos o falso discurso de defesa dos direitos humanos que muitas vezes justifica as ocupações militares. Manifestamos-nos contra a persistente violação dos direitos humanos e democráticos em Honduras, especialmente en el Bajo Aguan, o assassinato de sindicalistas e lutadores sociais em Colômbia e o criminoso bloqueio a Cuba – que completa 50 anos. Lutamos pela libertação dos cinco cubanos presos ilegalmente nos Estados Unidos, a ocupação ilegal das Ilhas Malvinas pela Inglaterra, as torturas e as ocupações militares promovidas pelos Estados Unidos e pela OTAN na Líbia e no Afeganistão. Denunciamos o processo de neocolonização e militarização que vive o continente africano e a presença da Africom. Nossa luta também é pela eliminação de todas as armas nucleares e contra a OTAN.

Expressamos nossa solidariedade com as lutas dos povos do mundo contra a lógica depredadora e neocolonial das indústrias extrativas e mineiras transnacionais, em particular, com a luta do povo de Famatina, na Argentina, e denunciamos a criminalização dos movimentos sociais.

O capitalismo destrói a vida das pessoas. Porém, a cada dia, nascem múltiplas lutas pela justiça social para eliminar os efeitos deixados pelo colonialismo e para que todos e todas tenhamos qualidade de vida digna. Cada uma destas lutas implica uma batalha de idéias o que torna imprescindíveis ações pela democratização dos meios de comunicação, hoje controlados por grandes conglomerados, e contra o controle privado da propriedade intelectual. Ao mesmo tempo, exige o desenvolvimento de uma comunicação independente, que acompanhe estrategicamente nossos processos.

Comprometidos com nossas lutas históricas, defendemos o trabalho decente e a reforma agrária como único caminho para dar impulso à agricultura familiar, camponesa e indígena e passo central para alcançar a soberania alimentar e a justiça ambiental. Reafirmamos nosso compromisso com a luta pela reforma urbana como instrumento fundamental na construção de cidades justas e com espaços participativos e democráticos. Defendemos a construção de outra integração, fundamentada na lógica da solidariedade e o fortalecimento de processos como a UNASUR e a ALBA.

A luta pelo fortalecimento da educação, da ciência e da tecnologia públicas a serviço dos povos, assim como a defesa dos saberes tradicionais se tornam inadiáveis, uma vez que persiste sua mercantilização e privatização. Diante disso, manifestamos nossa solidariedade e apoio aos estudantes chilenos, colombianos, porto-riquenhos e de todo o mundo que continuam em marcha na defesa de esses bens comuns.

Afirmamos que os povos não devem continuar a pagar por esta crise sistêmica e que não há saída dentro do sistema capitalista!

Encontram-se na agenda grandes desafios, que exigem que articulemos nossas lutas e que nos mobilizemos massivamente.

Inspirados na história de nossas lutas e na força renovadora de movimentos como a Primavera Árabe, o Ocuppy Wall Street, os “indignados” e na luta dos estudantes chilenos, a Assembléia dos Movimentos Sociais convoca as forças e atores populares de todos os países a desenvolver ações de mobilização, coordenadas em nível mundial, para contribuir com a emancipação e a autodeterminação de nossos povos, reforçando a luta contra o capitalismo.

Convocamos todos e todas a fortalecer o Encontro Internacional de Direitos Humanos em Solidaridad com Honduras e a construir o Fórum Social Palestina Livre, reforçando o movimento global de boicote, desinvestimentos e sanções contra o Estado de Israel e sua política de apartheid contra o povo palestino.

Tomemos as ruas a partir do dia 5 de junho, numa grande jornada de mobilização global contra o capitalismo. Convocamos a impulsionar a Cúpula dos Povos por justiça social e ambiental, contra a mercantilização da vida e em defesa dos bens comuns frente a la Rio+20.

Se o presente é de luta, o futuro é nosso!
Porto Alegre, 28 de janeiro de 2012
Assembléia dos Movimentos Sociais